segunda-feira, 20 de abril de 2015

Um notícia publicada hoje (20/04/2015) no jornal público...



Entrevista

“Temos tendência para resolver os problemas no gabinete ou num relatório XPTO”


António Costa, consultor do Instituto Kaizen, trabalha há mais de uma década com multinacionais de todo o mundo e diz que a preparação dos gestores é o primeiro factor que influencia a produtividade.

“Se olharmos para o nosso Governo, percebemos que a tomada de decisão está muito distante do local onde se acrescenta valor”, diz o consultor NFACTOS/FERNANDO VELUDO
 
O Fundo Monetário Internacional veio recentemente defender que os gestores portugueses têm de melhorar o seu desempenho. O consultor português António Costa, que através do Instituto Kaizen gere há mais de uma década projectos de produtividade em multinacionais de renome, concorda. Diz que trabalhadores motivados e empenhados não conseguem ser eficientes se os chefes não têm as competências necessárias para “extrair um bom resultado”. Por isso, não se deve medir a produtividade pelo número de horas de trabalho. António Costa garante que em Portugal há exemplos de excelência nesta matéria e lembra que qualquer tomada de decisão – seja numa empresa ou num governo – deve ser feita no terreno, perto do local que afecta.



Pode consultar a notícia completa em:
http://www.publico.pt/economia/noticia/temos-tendencia-para-resolver-os-problemas-no-gabinete-no-power-point-ou-num-relatorio-xpto-1692860

domingo, 19 de abril de 2015


Departamentos de RH aderem a serviços de cloud computing




A investigação, sobre as principais tendências tecnológicas na gestão de capital humano, mostra que 
a conjuntura económica portuguesa afectou a contratação de pessoas e que existem lacunas na eficácia das soluções tecnológicas que suportam as áreas da gestão de talentos. Os departamentos de Recursos Humanos começam por isso a equacionar a substituição dos sistemas tradicionais por serviços de cloud computing.
Mais de 80% dos profissionais de RH e TI inquiridos referem a importância da implementação de novas funcionalidades de gestão de capital humano de suporte aos processos e actividades do departamento. Mesmo assim, 36,6% das empresas ainda não adoptaram uma estratégia de gestão de talentos, sendo que, apesar desta realidade, cerca de um terço tem planos para o fazer nos próximos 12 meses.
81% dos responsáveis das 600 maiores organizações nacionais destacam o recrutamento como a área de maior importância na gestão de talentos. Embora a maioria das organizações não tenha planos para novas contratações, os departamentos de RH já começaram a aderir a serviços de cloud computing para implementar funcionalidades centrais de recursos humanos (vencimentos, carreiras, etc).
A IDC Portugal, em parceria com a META 4, procurou avaliar a importância das tecnologias da 3ª Plataforma de Inovação TI – com foco na Cloud, Mobilidade, Big Data/Analytics e Social Business – na área dos Recursos Humanos e o grau de adopção de soluções de Human Capital Management.

sábado, 18 de abril de 2015

Inglaterra Médicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em público

Os técnicos de três hospitais públicos ingleses foram proibidos de beber café e chá em público, para evitar má imagem junto dos utentes. O aviso foi dado pela enfermeira-chefe que justificou com as queixas dos utentes, informa o Independent.
Mundo
Médicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em públicoMédicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em públicoMédicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em público
               
Médicos e enfermeiros de três hospitais de Leicester, em Inglaterra, foram proibidos de beber café ou chá em público, para não passar uma imagem de que estão a tentar fugir ao trabalho, revela o Independent.
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O aviso surgiu pela enfermeira-chefe, num e-mail, de que a medida tinha sido adotada na sequência de queixas de alguns funcionários e utentes.
"Claramente esta atividade deu a impressão errada ao pessoal e ao público de que o pessoal médico não está a trabalhar tanto como devia", indica a enfermeira-chefe.
Com os “longos tempos de espera” os utentes ficam irritados quando veem o pessoal “a tomar uma bebida quente na receção”, justifica.
A proibição aconteceu no final de setembro e não inclui bebidas frias, pois segundo o porta-voz do hospital, é importante que se mantenham hidratados.

https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=2062439449098373893#editor/target=post;postID=3898444165636252735

segunda-feira, 13 de abril de 2015

O sono como recurso estratégico

O sono como recurso estratégico

Pesquisas mostram que a falta de sono tem várias consequências que podem afectar negativamente o desempenho profissional.
O que têm em comum Indra Nooyi, Sir Richard Branson e Martha Stewart? Não precisam de muitas horas de sono; tem sido revelado publicamente que cada um deles dorme normalmente apenas seis horas ou menos por noite. Ao debaterem a sua capacidade de se aguentarem com poucas horas de sono, estes executivos servem de exemplo para uma norma que indica que uma noite de sono é opcional, ou até um luxo, se quisermos estar na vanguarda dos negócios.
 Acreditamos que neste aspecto, estes executivos não estão a dar um bom exemplo, nomeadamente no que respeita a obter o melhor desempenho do talento de uma organização. De maneira geral, os gestores assumem que obter simplesmente o melhor talento nas suas organizações levará a níveis altos de produtividade. Mas esta hipótese ignora o facto de que as pessoas não funcionam a 100% na maioria dos dias. Quando as exigências profissionais são muitas, as pessoas ficam ansiosas, esgotadas e em geral cansadas – o que resulta num desempenho menos bom.
                                                                                                                                 

terça-feira, 31 de março de 2015


O quociente feminino da liderança


Nos dias de hoje, torna-se mais comum encontrar mulheres a desempenhar funções de topo, dentro das mais diversas organizações, nos mais variados contextos empresariais. A Boyden global executive search apresentou recentemente os resultados de um estudo sobre “Liderança e Poder no feminino”, que aponta para uma mudança do modelo de corporate governanceatual face ao crescente número de mulheres em posições de topo nas organizações.
A nova perspetiva de governance é a de que o gestor, homem ou mulher, deve procurar unir as competências masculinas (carisma, liderança, imparcialidade, capacidade de tomar decisões) às femininas (capacidade de estabelecer relações, empatia, abertura à opinião de terceiros, organização, conhecimento) no sentido de estabelecer um modelo misto de liderança que incorpore o quociente feminino.
Até agora, apenas 6% das mulheres ocupam cadeiras de poder em Portugal e na Europa apenas 14% ocupam lugares de chefia, mas este cenário tende a mudar, com a Comissão Europeia a produzir legislação para acelerar o acesso das mulheres, em paridade, aos cargos de topo na gestão empresarial.
Este modelo feminino de relação com o poder parece estar mais adaptado ao modelo de empresa mais flexível exigido pela atual evolução do panorama de negócios. De acordo com o estudo, um gestor do sexo feminino mais facilmente adota uma visão a longo prazo, ao conferir um peso acrescido a questões relacionadas como a sustentabilidade por oposição a vantagens imediatas.
Ao tema da diversidade e inclusão organizacionais vem juntar-se outro fortemente reconhecido, nomeadamente ao nível da União Europeia, como um dos maiores desafios das sociedades modernas, o da Work-Life Balance, sobretudo em tempos de instabilidade nos contextos laborais de trabalho e familiares.
A Siemens tem vindo a implementar um conjunto de ações com vista ao estabelecimento de políticas sociais e organizacionais “amigas da família” (Family-Friendly Policies), das quais se destacam a criação de infra-estruturas e serviços de apoio que contribuam para minimizar as desigualdades nas condições de acesso ao emprego e à ascensão na carreira profissional, até agora mais visíveis no universo de profissionais do sexo feminino.
A Siemens tem um programa de Diversidade com políticas e iniciativas que valorizam a inclusão e colaboração de diferentes formas de pensar, experiências, conhecimentos e qualidades individuais, a todos os níveis da organização e em todas as suas dimensões.
Um dos projetos desenvolvidos no âmbito desta estratégia é a rede GLOW (Global Leadership Organization of Women), que pretende ser uma plataforma para potenciar o crescimento das mulheres na Siemens, providenciando oportunidades de networking e dando visibilidade aos seus membros através de várias iniciativas, de forma a contribuir para o seu desenvolvimento e suporte pessoal e profissional. No âmbito da celebração do Dia da Mulher, a Siemens realizou no mês passado, uma conferência que teve por objetivo a partilha de experiências entre  top managersfemininas de grandes organizações nacionais, Galp energia, REN e Grupo Painhas, com contributos muito esclarecedores sobre a liderança no feminino.
É facto que a mudança de mentalidades é uma tarefa árdua e de grande responsabilidade, mas é um processo que temos que encetar hoje para alcançar uma mudança efetiva amanhã. As mudanças duradouras nas práticas organizacionais contribuem para o fortalecimento do papel económico e social das mulheres, mais dinâmico e com repercussões positivas em toda a economia.
Joana Garoupa
Diretora de Comunicação da Siemens Portugal

sexta-feira, 27 de março de 2015


Estudo MISSÃO DA EMPRESA
 
 
No dia 18 de Março, no âmbito da disciplina de Gestão de recursos humanos, deslocámo-nos a uma empresa em Vila Real com 50 anos de existência, pioneira na sua área e com alguma potência de exportação…

Decidimos inquirir alguns funcionários da empresa (33 dos cerca de 60 funcionários) dos vários departamentos desde operacional até financeiro, passando pela administração e limpeza.

É de notar que durante o inquérito aos colaboradores fomos acompanhados por um responsável de cada secção para nos conduzir pelos vários departamentos e nos ser apresentado a cada um dos funcionários inquiridos…

Queríamos salientar ainda a enorme disponibilidade por parte da empresa e dos colaboradores em responder ao nosso inquérito pois não houve uma única recusa apenas de uma funcionária do departamento de recursos humanos que a nosso ver se sentiu algo intimidada com o facto de sermos de gestão e não se conseguiu explicar com clareza e devido ao seu nervosismo com a nossa presença optámos por desistir do inquérito.

À pergunta efetuada “Na tua opinião… Quais são as grandes preocupações da empresa?” a resposta comum foi “manter os postos de trabalho”. Das 33 pessoas inquiridas apenas cinco funcionários têm opiniões diferentes acerca desta questão “obter lucro” e “conseguir mais vendas dos produtos”, “ser sempre melhor”, “ser financeiramente estável”, “melhorar as condições ambientais no trabalho”.

No decorrer do estudo deparámo-nos com a enorme estabilidade dos trabalhadores sendo que apenas um colaborador que dizia “estou há pouco tempo na empresa” (com dois anos e meio de vínculo) e os restantes com períodos superiores a 15 anos. O colaborador mais antigo, dos inquiridos, com um vínculo de 43 anos dizia que já viu 5 administradores. Relativamente à administração apenas conseguimos falar com um elemento já que os restantes estavam em reunião.

Em suma podemos dizer que esta empresa tem como missão proteger e manter os postos de trabalho e que todos os funcionários trabalham em prol deste objetivo. Esta opinião é inclusive acompanhada pela direção pois o único elemento da mesma que participou neste estudo referiu a manutenção dos seus trabalhadores e das condições laborais como um dos objetivos e das preocupações da empresa. Pensamos que este facto se poderá dever à estabilidade dos seus funcionários…

 Queremos referir ainda que tivemos alguma dificuldade em realizar este estudo pois nem todas as empresas estão disponíveis a abrir as suas portas a alunos da UTAD, o facto que lamentamos profundamente. Continuamos ainda à espera de respostas de outras empresas que pedimos colaboração e se por ventura alguma for positiva iremos realizar outro estudo e contrastar com este.
 
 


4 coisas que os novos líderes de equipa devem começar por fazer



Os novos líderes de equipa muitas vezes, na pressa de começarem a concretizar objetivos, negligenciam aspetos básicos da construção da equipa. Porém, as suas ações nas primeiras semanas e meses têm um impacto fundamental nos possíveis resultados da equipa. Eis como preparar as coisas para o sucesso:

Conheçam-se uns aos outros. Resista à urgência de saltar logo para o trabalho e, em vez disso, concentre-se na promoção da camaradagem com exercícios de construção de equipa.

Mostre os seus valores. Explique o que está por trás de cada uma das suas decisões, quais são as suas prioridades e como vai avaliar o desempenho da equipa.

Explique como quer que a equipa trabalhe. Nem toda a gente sabe quais são as melhores formas de pedir ajuda ou de realizar certas tarefas. Defina as expetativas e explique os processos.

Estabeleça ou clarifique objetivos. Deixe claro para que é que a equipa trabalha e como espera chegar lá. Estabelecer objetivos atempadamente define a estrutura de responsabilização dos membros da equipa.
 
2014-11-11, Fonte: Dinheiro Vivo