08.05.2015 | Por Cátia Mateus
Um gestor samurai nunca usa a espada e em momentos de stress destaca-se pela calma e objetividade com que gere os contratempos e pela serenidade que transmite à sua equipa. A imagem é traçada por Hugo Silva, autor do livro “Cinto Negro” que garante que aplicar a filosofia oriental à gestão de empresas tem múltiplas vantagens.
Entre a filosofia das artes marciais e a gestão quotidiana de equipas ou empresas há muito mais semelhanças do que diferenças. Hugo Silva, market director da Whirlpool Portugal e autor do livro “Cinto Negro” comprova-o ao explicar o segredo que levou inúmeras empresas orientais a vencer no mercado global. Naquele que é o seu primeiro livro, o gestor demonstra como se pode aplicar a filosofia das artes marciais orientais ao dia-a-dia das empresas, das organizações e das pessoas.
“O praticante de artes marciais deve fazer tudo para não perder os seus desafios e combates, contudo, deve estar consciente de que não existem vitórias consecutivas”, explica o gestor realçando que o mesmo sucede com as empresas: “nenhuma empresa, nem nenhum pais, cresce consecutivamente, sem sofrer qualquer derrota ou ciclo negativo”. Para Hugo Silva, o recente ciclo de crise global é a clara constatação de que esmo as melhores empresas ou países podem sofrer dificuldades com o efeito corretor do mercado. “Compreender o yin-yang é entender que esta crise era previsível, inevitável e necessária. Os excessos são sempre corrigidos, sejam eles a ganância, a mentira, a arrogância ou o poder bélico”, reforça...
“O praticante de artes marciais deve fazer tudo para não perder os seus desafios e combates, contudo, deve estar consciente de que não existem vitórias consecutivas”, explica o gestor realçando que o mesmo sucede com as empresas: “nenhuma empresa, nem nenhum pais, cresce consecutivamente, sem sofrer qualquer derrota ou ciclo negativo”. Para Hugo Silva, o recente ciclo de crise global é a clara constatação de que esmo as melhores empresas ou países podem sofrer dificuldades com o efeito corretor do mercado. “Compreender o yin-yang é entender que esta crise era previsível, inevitável e necessária. Os excessos são sempre corrigidos, sejam eles a ganância, a mentira, a arrogância ou o poder bélico”, reforça...
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