sábado, 18 de abril de 2015

Inglaterra Médicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em público

Os técnicos de três hospitais públicos ingleses foram proibidos de beber café e chá em público, para evitar má imagem junto dos utentes. O aviso foi dado pela enfermeira-chefe que justificou com as queixas dos utentes, informa o Independent.
Mundo
Médicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em públicoMédicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em públicoMédicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em público
               
Médicos e enfermeiros de três hospitais de Leicester, em Inglaterra, foram proibidos de beber café ou chá em público, para não passar uma imagem de que estão a tentar fugir ao trabalho, revela o Independent.
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O aviso surgiu pela enfermeira-chefe, num e-mail, de que a medida tinha sido adotada na sequência de queixas de alguns funcionários e utentes.
"Claramente esta atividade deu a impressão errada ao pessoal e ao público de que o pessoal médico não está a trabalhar tanto como devia", indica a enfermeira-chefe.
Com os “longos tempos de espera” os utentes ficam irritados quando veem o pessoal “a tomar uma bebida quente na receção”, justifica.
A proibição aconteceu no final de setembro e não inclui bebidas frias, pois segundo o porta-voz do hospital, é importante que se mantenham hidratados.

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segunda-feira, 13 de abril de 2015

O sono como recurso estratégico

O sono como recurso estratégico

Pesquisas mostram que a falta de sono tem várias consequências que podem afectar negativamente o desempenho profissional.
O que têm em comum Indra Nooyi, Sir Richard Branson e Martha Stewart? Não precisam de muitas horas de sono; tem sido revelado publicamente que cada um deles dorme normalmente apenas seis horas ou menos por noite. Ao debaterem a sua capacidade de se aguentarem com poucas horas de sono, estes executivos servem de exemplo para uma norma que indica que uma noite de sono é opcional, ou até um luxo, se quisermos estar na vanguarda dos negócios.
 Acreditamos que neste aspecto, estes executivos não estão a dar um bom exemplo, nomeadamente no que respeita a obter o melhor desempenho do talento de uma organização. De maneira geral, os gestores assumem que obter simplesmente o melhor talento nas suas organizações levará a níveis altos de produtividade. Mas esta hipótese ignora o facto de que as pessoas não funcionam a 100% na maioria dos dias. Quando as exigências profissionais são muitas, as pessoas ficam ansiosas, esgotadas e em geral cansadas – o que resulta num desempenho menos bom.
                                                                                                                                 

terça-feira, 31 de março de 2015


O quociente feminino da liderança


Nos dias de hoje, torna-se mais comum encontrar mulheres a desempenhar funções de topo, dentro das mais diversas organizações, nos mais variados contextos empresariais. A Boyden global executive search apresentou recentemente os resultados de um estudo sobre “Liderança e Poder no feminino”, que aponta para uma mudança do modelo de corporate governanceatual face ao crescente número de mulheres em posições de topo nas organizações.
A nova perspetiva de governance é a de que o gestor, homem ou mulher, deve procurar unir as competências masculinas (carisma, liderança, imparcialidade, capacidade de tomar decisões) às femininas (capacidade de estabelecer relações, empatia, abertura à opinião de terceiros, organização, conhecimento) no sentido de estabelecer um modelo misto de liderança que incorpore o quociente feminino.
Até agora, apenas 6% das mulheres ocupam cadeiras de poder em Portugal e na Europa apenas 14% ocupam lugares de chefia, mas este cenário tende a mudar, com a Comissão Europeia a produzir legislação para acelerar o acesso das mulheres, em paridade, aos cargos de topo na gestão empresarial.
Este modelo feminino de relação com o poder parece estar mais adaptado ao modelo de empresa mais flexível exigido pela atual evolução do panorama de negócios. De acordo com o estudo, um gestor do sexo feminino mais facilmente adota uma visão a longo prazo, ao conferir um peso acrescido a questões relacionadas como a sustentabilidade por oposição a vantagens imediatas.
Ao tema da diversidade e inclusão organizacionais vem juntar-se outro fortemente reconhecido, nomeadamente ao nível da União Europeia, como um dos maiores desafios das sociedades modernas, o da Work-Life Balance, sobretudo em tempos de instabilidade nos contextos laborais de trabalho e familiares.
A Siemens tem vindo a implementar um conjunto de ações com vista ao estabelecimento de políticas sociais e organizacionais “amigas da família” (Family-Friendly Policies), das quais se destacam a criação de infra-estruturas e serviços de apoio que contribuam para minimizar as desigualdades nas condições de acesso ao emprego e à ascensão na carreira profissional, até agora mais visíveis no universo de profissionais do sexo feminino.
A Siemens tem um programa de Diversidade com políticas e iniciativas que valorizam a inclusão e colaboração de diferentes formas de pensar, experiências, conhecimentos e qualidades individuais, a todos os níveis da organização e em todas as suas dimensões.
Um dos projetos desenvolvidos no âmbito desta estratégia é a rede GLOW (Global Leadership Organization of Women), que pretende ser uma plataforma para potenciar o crescimento das mulheres na Siemens, providenciando oportunidades de networking e dando visibilidade aos seus membros através de várias iniciativas, de forma a contribuir para o seu desenvolvimento e suporte pessoal e profissional. No âmbito da celebração do Dia da Mulher, a Siemens realizou no mês passado, uma conferência que teve por objetivo a partilha de experiências entre  top managersfemininas de grandes organizações nacionais, Galp energia, REN e Grupo Painhas, com contributos muito esclarecedores sobre a liderança no feminino.
É facto que a mudança de mentalidades é uma tarefa árdua e de grande responsabilidade, mas é um processo que temos que encetar hoje para alcançar uma mudança efetiva amanhã. As mudanças duradouras nas práticas organizacionais contribuem para o fortalecimento do papel económico e social das mulheres, mais dinâmico e com repercussões positivas em toda a economia.
Joana Garoupa
Diretora de Comunicação da Siemens Portugal

sexta-feira, 27 de março de 2015


Estudo MISSÃO DA EMPRESA
 
 
No dia 18 de Março, no âmbito da disciplina de Gestão de recursos humanos, deslocámo-nos a uma empresa em Vila Real com 50 anos de existência, pioneira na sua área e com alguma potência de exportação…

Decidimos inquirir alguns funcionários da empresa (33 dos cerca de 60 funcionários) dos vários departamentos desde operacional até financeiro, passando pela administração e limpeza.

É de notar que durante o inquérito aos colaboradores fomos acompanhados por um responsável de cada secção para nos conduzir pelos vários departamentos e nos ser apresentado a cada um dos funcionários inquiridos…

Queríamos salientar ainda a enorme disponibilidade por parte da empresa e dos colaboradores em responder ao nosso inquérito pois não houve uma única recusa apenas de uma funcionária do departamento de recursos humanos que a nosso ver se sentiu algo intimidada com o facto de sermos de gestão e não se conseguiu explicar com clareza e devido ao seu nervosismo com a nossa presença optámos por desistir do inquérito.

À pergunta efetuada “Na tua opinião… Quais são as grandes preocupações da empresa?” a resposta comum foi “manter os postos de trabalho”. Das 33 pessoas inquiridas apenas cinco funcionários têm opiniões diferentes acerca desta questão “obter lucro” e “conseguir mais vendas dos produtos”, “ser sempre melhor”, “ser financeiramente estável”, “melhorar as condições ambientais no trabalho”.

No decorrer do estudo deparámo-nos com a enorme estabilidade dos trabalhadores sendo que apenas um colaborador que dizia “estou há pouco tempo na empresa” (com dois anos e meio de vínculo) e os restantes com períodos superiores a 15 anos. O colaborador mais antigo, dos inquiridos, com um vínculo de 43 anos dizia que já viu 5 administradores. Relativamente à administração apenas conseguimos falar com um elemento já que os restantes estavam em reunião.

Em suma podemos dizer que esta empresa tem como missão proteger e manter os postos de trabalho e que todos os funcionários trabalham em prol deste objetivo. Esta opinião é inclusive acompanhada pela direção pois o único elemento da mesma que participou neste estudo referiu a manutenção dos seus trabalhadores e das condições laborais como um dos objetivos e das preocupações da empresa. Pensamos que este facto se poderá dever à estabilidade dos seus funcionários…

 Queremos referir ainda que tivemos alguma dificuldade em realizar este estudo pois nem todas as empresas estão disponíveis a abrir as suas portas a alunos da UTAD, o facto que lamentamos profundamente. Continuamos ainda à espera de respostas de outras empresas que pedimos colaboração e se por ventura alguma for positiva iremos realizar outro estudo e contrastar com este.
 
 


4 coisas que os novos líderes de equipa devem começar por fazer



Os novos líderes de equipa muitas vezes, na pressa de começarem a concretizar objetivos, negligenciam aspetos básicos da construção da equipa. Porém, as suas ações nas primeiras semanas e meses têm um impacto fundamental nos possíveis resultados da equipa. Eis como preparar as coisas para o sucesso:

Conheçam-se uns aos outros. Resista à urgência de saltar logo para o trabalho e, em vez disso, concentre-se na promoção da camaradagem com exercícios de construção de equipa.

Mostre os seus valores. Explique o que está por trás de cada uma das suas decisões, quais são as suas prioridades e como vai avaliar o desempenho da equipa.

Explique como quer que a equipa trabalhe. Nem toda a gente sabe quais são as melhores formas de pedir ajuda ou de realizar certas tarefas. Defina as expetativas e explique os processos.

Estabeleça ou clarifique objetivos. Deixe claro para que é que a equipa trabalha e como espera chegar lá. Estabelecer objetivos atempadamente define a estrutura de responsabilização dos membros da equipa.
 
2014-11-11, Fonte: Dinheiro Vivo

 
 
Como tornar-se indispensável? Largando os hábitos de trabalho


Colaboradores ou robots? Pessoas. Porquê? Porque a criatividade é insubstituível, disse Kara Miller à Fast Company. Para a editora do programa de rádio norte-americano Innovation Hub, as funções que, no local de trabalho, podem ser substituídas por computadores são repetitivas e rotineiras.

O truque para se tornar indispensável passa por inovar no cargo que desempenha, ainda que tal não pareça ser o primeiro requisito. Como fazer diferente o que faz sempre? A resposta certa pode ajudar a que mantenha o seu emprego. Esqueça as checklists, por exemplo, e as rotinas.

O assunto tem estado na ordem do dia no Innovation Hub: cada vez mais os computadores são capazes de executar funções altamente qualificadas. Como evitar que isto aconteça? Fugindo aos comportamentos padrão e investindo mais tempo e energia na componente da criatividade.

Para estimular a inovação, os colaboradores podem cortar nas tarefas que requerem tempo, energia, mas que são, muitas vezes, desnecessárias. E dá um exemplo: repensar as reuniões. Foi por isso que Kara Miller baniu a reunião diária que mantinha de manhã com os outros membros da equipa. Agora, reúnem-se apenas quando é preciso.

Flexibilidade de horário: Somos todos igualmente produtivos entre as 9h às 17h? A hora a que cada pessoa se sente mais apto para trabalhar pode variar e Kara Miller considera que é importante ter isso em conta. Aos membros da sua equipa pediu para pensarem em que altura do dia se sentem mais criativos, porque o que importa é o resultado final e não a forma como se chega lá. Conversar com os superiores sobre este tipo de inovações no local de trabalho pode ajudar e vale a pena, diz Miller.

Horários rígidos podem destruir a criatividade, mas o ambiente no local de trabalho também. A editora adianta que os espaços amplos – open spaces – podem aproximar as pessoas, mas não são o ecossistema ideal para que nasçam as ideias mais brilhantes. O escritor e jornalista norte-americano Nikil Saval também alerta no livro Cubed: A Secret History of the Workplace que este tipo de espaços tende a não conduzir à produtividade.

Essencial é que cada colaborador descubra como trabalha melhor e tenha coragem de conversar com os superiores sobre as mudanças que são necessárias para estimular a criatividade, mesmo que isso implique optar por novos espaços ou horários de trabalho.
2014-11-24, Fonte: Observador

 




Use a liderança a favor das finanças da sua empresa

 

Um bom líder deve igualmente ser capaz de envolver os colaboradores na estratégia da empresa. Se os colaboradores “vestirem a camisola” estarão mais disponíveis para contribuir para o sucesso, sobretudo se souberem que serão reconhecidos e recompensados de algum modo. Colaboradores mais motivados apresentam, por norma, níveis mais elevados de produtividade, contribuindo para a melhoria das finanças da organização.
 
Anote três ideias práticas para uma liderança de sucesso:
1.     Estabeleça objetivos. Explique com clareza à sua equipa o que se pretende e certifique-se de que todos compreenderam as metas estabelecidas.
2.     Desempenho. Assegure-se de que cada colaborador está na posse das ferramentas, recursos e formação necessária para conseguirem ter um bom desempenho.
3.     Avaliação. Acompanhe e avalie os progressos de cada funcionário, mantendo-se sempre aberto ao debate sobre a respetiva avaliação. Os modelos de análise devem ser transparentes e recompensar o mérito. Para isso deve ser utilizada uma escala, com metas quantificadas e indicadores fáceis de medir, como, por exemplo, o cumprimento de prazos, a assiduidade e o desempenho de tarefas essenciais.
Ser gestor e ser líder para melhorar as finanças empresariais
Peter Drucker, considerado o pai da administração empresarial moderna, foi um dos primeiros a reconhecer a existência de um “trabalhador do conhecimento” que revolucionaria a forma como o mundo dos negócios está organizado. Com a ascensão deste novo trabalhador, o objetivo deixou de ser gerir pessoas. Agora, “a tarefa é liderar pessoas”, escreveu este autor de origem austríaca na viragem do século.
Assim, mais do que um gestor, um líder destaca-se pela personalidade e atitude. No livro “On Become a Leader”, Warren Bennis estabelece algumas diferenças entre ser gestor e líder:
- O gestor administra, o líder inova;
- O gestor mantém, o líder desenvolve;
- O gestor concentra-se em sistemas e estruturas, o líder foca-se nas pessoas; Todas as organizações envolvem objetivos complexos, que ultrapassam os limites da ação individual, mas a singularidade de cada pessoa não pode ser esquecida, uma vez que a satisfação das necessidades e expetativas dos colaboradores é fulcral para o sucesso coletivo.
Um dos desafios do líder é precisamente conseguir compatibilizar os interesses individuais com os organizacionais, de modo a que as suas orientações sejam reconhecidas e seguidas com convicção e empenho. Como realça Edgar H. Schein, no livro “Culture and Leadership”, “as implicações da liderança são múltiplas” e “se os líderes não forem capazes de criar um grupo bem-sucedido, considera-se que falharam na sua missão”.
O que é a liderança?
Num contexto organizacional, a liderança passa pela capacidade de inspirar confiança e motivar os colaboradores, de modo a influenciar o seu comportamento, com efeitos positivos na produtividade e, consequentemente, nas finanças da empresa ou outra organização. “Quando a liderança é uma relação fundamentada na verdade e na confiança, as pessoas assumem riscos, fazem mudanças e mantêm a organização viva e ativa”, escrevem Jim Kouzes e Barry Posner, no livro “Leadership Challenge”.
Como ser líder?
Se, por um lado, não existem receitas milagrosas, por outro é essencial que um líder seja capaz de traçar estratégias, definindo os melhores caminhos para alcançar o êxito empresarial.
O líder deve partilhar as suas ideias com os elementos da equipa e ser considerado o principal responsável pelos objetivos comuns.
 
Existem pessoas que são líderes natos e outras que podem desenvolver essa aptidão. A motivação pessoal e as competências necessárias podem ser trabalhadas e melhoradas com a experiência. Acreditar que se é capaz é fundamental para uma liderança de excelência.
O professor Gary Yulk, autor do livro “Leadership in Organizations”, realça que ser enérgico, ter autoconfiança, maturidade e integridade emocional constituem traços de personalidade de quem tem capacidade para estar à frente dos destinos de uma empresa.
Confira 10 caraterísticas que um líder deve ter:
1.     Saber comunicar. É importante transmitir a informação corretamente, mas também é imprescindível saber ouvir.
2.     Capacidade de adaptação ao trabalho sob pressão e a diferentes grupos de colaboradores.
3.     Encontrar soluções satisfatórias para os problemas e ser capaz de delegar responsabilidades.
4.     Elevados níveis de motivação e iniciativa.
5.     Vontade de superar obstáculos e obter resultados.
6.     Inteligência emocional, ou seja, capacidade de gerir as suas emoções e transmitir um sentimento de estabilidade aos colaboradores.
7.     Capacidade intelectual e imaginação.
8.     Sendo responsável pelo crescimento profissional de cada membro da equipa, o líder deve saber realçar os pontos fortes de cada um e ajudar a melhorar os pontos fracos.
9.     Respeitar as ideias de todos os colaboradores.
10.   Capacidade de despertar a vontade de aprender.
 
 
O líder e a equipa
A motivação é um fator-chave na liderança. Uma organização cujo líder consegue motivar os colaboradores mais facilmente atingirá os seus objetivos. O “relacionamento entre os vários elementos de uma equipa é essencial e acrescenta valor para além dos talentos individuais e aptidões de cada funcionário”, indica o site Infoentrepreneurs. Neste sentido, um bom líder trabalhará no sentido de criar e manter um bom ambiente de trabalho, contribuindo “significativamente para o sucesso global dos negócios”.
O líder também deve estimular intelectualmente os seus colaboradores e ser capaz de exercer uma “influência idealizada”, contribuindo positivamente para a coesão da equipa e para uma melhor gestão de conflitos, indica o “Journal of Organizational Change Management”.

- O gestor depende do controlo, o líder inspira confiança;
- O gestor concentra-se no curto prazo, o líder tem uma perspetiva de longo prazo;
- O gestor pergunta “como e quando”, o líder pergunta “o quê e porquê”.
 
2015-01-05, Fonte: Ei Montepio