O sono como recurso estratégico
Pesquisas mostram que a falta de sono tem várias consequências que podem afectar negativamente o desempenho profissional.
Pesquisas mostram que a falta de sono tem várias consequências que podem afectar negativamente o desempenho profissional.
O que têm em comum
Indra Nooyi, Sir Richard Branson e Martha Stewart? Não precisam de muitas horas
de sono; tem sido revelado publicamente que cada um deles dorme normalmente
apenas seis horas ou menos por noite. Ao debaterem a sua capacidade de se aguentarem
com poucas horas de sono, estes executivos servem de exemplo para uma norma que
indica que uma noite de sono é opcional, ou até um luxo, se quisermos estar na
vanguarda dos negócios.
Acreditamos que
neste aspecto, estes executivos não estão a dar um bom exemplo, nomeadamente no
que respeita a obter o melhor desempenho do talento de uma organização. De
maneira geral, os gestores assumem que obter simplesmente o melhor talento nas
suas organizações levará a níveis altos de produtividade. Mas esta hipótese
ignora o facto de que as pessoas não funcionam a 100% na maioria dos dias.
Quando as exigências profissionais são muitas, as pessoas ficam ansiosas,
esgotadas e em geral cansadas – o que resulta num desempenho menos bom.

O défice do sono é uma questão que cada pessoa tem a sua opinião.
ResponderEliminarSão coisas distintas, a capacidade de trabalhar longas horas seguidas e a vitalidade, saúde e performance. Com as tecnologias cada vez mais presentes, mais exigências das empresas, competitividade contribui para que se durma cada vez menos e pior. Mas é preciso ter cuidado até se poderá ter sucesso e produtividade durante um determinado período, mas que com o passar dos dias se torna em stress, ansiedade, falta de atenção e de concentração, um cansaço psicológico.
Mas claro, como mostra nos a noticia, cada pessoa é cada pessoa e tem a sua opinião e capacidade para lidar com o sono.