Gestão de Recursos Humanos

A Gestão de Recursos Humanos é uma área de estudo, que forma profissionais capacitados para gerenciar pessoas e lidar com todos os processos relacionados à gestão do quadro de funcionários de uma empresa. Este blog tem como objetivo principal a partilha de informação sobre esta área de estudo, permitindo a interação entre os autores e os leitores do blog.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

"Motivação vale tanto quanto a competência técnica"

15.05.2015 | Por Cátia Mateus
Foi considerado em 2014 um dos melhores gestores de recursos humanos em Portugal e a organização cujos recursos humanos lidera ser reconhecida como a segunda melhor empresa para trabalhar em Portugal, no ranking anual das Melhores Empresas para Trabalhar da revista Exame. Para Ricardo Santos, gerir pessoas é uma arte que contempla conquistas e fracassos. Ambos os pólos devem ser valorizados como fontes de aprendizagem e de inspiração entre os vários elos - gestores e trabalhadores - que formam a empresa.

Na Hilti Portugal, a empresa especializada no desenvolvimento de produtos, sistemas e soluções inovadoras para a indústria da construção civil, trabalham 86 profissionais cujos destinos e desenvolvimento de carreira são geridos por Ricardo Santos. O gestor acumula a direção de recursos humanos da empresa com a direção financeira e a sua equipa certifica que a missão é cumprida com sucesso. Pelo menos é o que demonstra a posição alcançada pela Hilti no último ranking das Melhores Empresas para Trabalhar, onde se posicionou na segunda posição. O inquérito interno realizado aos colaboradores da empresa para medir a sua satisfação destacou como pontos favoráveis o constante investimento nas pessoas, no seu desenvolvimento e motivação. Apostas que para o diretor de recursos humanos nunca são demais.

?Garantir que na Hilti “vestir a camisola” compensa é uma das preocupações do diretor de recursos humanos. Ricardo Santos reconhece o vasto leque de iniciativas que a empresa promove para apoiar, motivar e desenvolver os seus profissionais, mas enfatiza que a felicidade no trabalho não pode ser negligenciada. Há alguns anos foi criado um inquérito de satisfação, confidencial, onde os profissionais Hilti são chamados a avaliar as suas chefias, as suas condições de trabalho e o seu grau de compromisso com a empresa. É com base nesta análise que, anualmente, são definidas as políticas a adotar pela empresa.?

Ricardo Santos garante que o processo tem vindo a ser alinhado ao longo dos anos e que é estratégico para a empresa e para a sua ambição “atingir os objetivos definidos no âmbito da nossa estratégia 2020 e que são extremamente desafiantes”.  Após uma fase em que “a estrutura da Hilti teve de se ajustar a uma nova realidade no sector da construção”, a empresa tem vindo a retomar desde 2014 a sua tendência de crescimento. Atualmente, explica o gestor, estão em aberto seis oportunidades de emprego nas áreas de Vendas, Financeira, RH, Marketing e Engenharia. Mas entrar naquela que é considerada uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal não é fácil.

Adepto de um modelo de gestão que não penaliza o insucesso e onde os valores humanos são fundamentais, Ricardo Santos valoriza, a par com as competências técnicas, a capacidade de assumir riscos calculados, a proatividade, a integridade, a capacidade de trabalhar em equipa e a paixão e motivação para o desenvolvimento, o seu e o de quem o rodeia. É que para o responsável de recrutamento da Hilti, “este entusiasmo é percebido por quem está a recrutar” e é valorizado. 

Ricardo Santos
38 anos
Diretor de Recursos Humanos da Hilti Portugal

http://expressoemprego.pt/noticias/motivacao-vale-tanto-quanto-a-competencia-tecnica/3753
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terça-feira, 12 de maio de 2015

Gerir como um samurai
08.05.2015 | Por Cátia Mateus

Um gestor samurai nunca usa a espada e em momentos de stress destaca-se pela calma e objetividade com que gere os contratempos e pela serenidade que transmite à sua equipa. A imagem é traçada por Hugo Silva, autor do livro “Cinto Negro” que garante que aplicar a filosofia oriental à gestão de empresas tem múltiplas vantagens. 
Entre a filosofia das artes marciais e a gestão quotidiana de equipas ou empresas há muito mais semelhanças do que diferenças. Hugo Silva, market director da Whirlpool Portugal e autor do livro “Cinto Negro” comprova-o ao explicar o segredo que levou inúmeras empresas orientais a vencer no mercado global. Naquele que é o seu primeiro livro, o gestor demonstra como se pode aplicar a filosofia das artes marciais orientais ao dia-a-dia das empresas, das organizações e das pessoas.

“O praticante de artes marciais deve fazer tudo para não perder os seus desafios e combates, contudo, deve estar consciente de que não existem vitórias consecutivas”, explica o gestor realçando que o mesmo sucede com as empresas: “nenhuma empresa, nem nenhum pais, cresce consecutivamente, sem sofrer qualquer derrota ou ciclo negativo”. Para Hugo Silva, o recente ciclo de crise global é a clara constatação de que esmo as melhores empresas ou países podem sofrer dificuldades com o efeito corretor do mercado. “Compreender o yin-yang é entender que esta crise era previsível, inevitável e necessária. Os excessos são sempre corrigidos, sejam eles a ganância, a mentira, a arrogância ou o poder bélico”, reforça... 


http://expressoemprego.pt/noticias/gerir-como-um-samurai/3745

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Quer se comunicar melhor? Aprenda a ouvir



Um de meus primeiros mentores me disse: “Nunca confunda uma circular com a realidade”. Como jovem ingênuo de 22 anos, eu supunha que o pessoal de meu escritório compartilharia as informações de modo aberto e transparente a fim de atingir o objetivo comum da companhia. Precisei de várias semanas para encarar a realidade — não é possível eliminar a política das interações humanas.
Trabalhei em 13 empresas distintas, em quatro continentes, e em todas elas havia uma grande di­ferença entre o que diziam as regras do “como deve ser feito” e do que era realmente feito. Na verdade, esse problema ocorre não só nas com­panhias mas também entre casais, famílias, times esportivos, pais e escolas etc. Há um desafio de entendimento quase em todos os âmbitos que requerem ação coordenada.
Por que é tão difícil a comunicação? O fato é que nós julgamos a nós mesmos por nossas intenções, enquanto os outros nos julgam por nossas ações. Quando eu dou algum conselho a um colega, mes­mo que a intenção seja facilitar seutrabalho, ele reage com irritação, pois considera que estou cri­ticando seu jeito de fazer. Essa é a essência do que é difícil na comunica­ção: nós vemos as ações e ouvimos as palavras do outro. O empresário que chega 8 minutos atrasado a uma reunião e depois proclama a importância “de respeitar os colegas” se mostra incoerente. Sua ação diz muito mais do que suas palavras.
Quando um líder de uma empresa me pede ajuda para a comunicação de sualiderança, eu me concentro em suas atitudes. Sua agenda demonstra que ele realmente leva em conta as pessoas que diz ser importantes? Se não for assim, primeiro devemos resolver isso.
Uma comunicação de confiança tem menos a ver com “quanto você diz” e mais a ver com “quanto você ouve”. Não é a quantidade de informação que cria aconfiança corporativa, mas, sim, quanto a organização sente que as pessoas estão ouvindo e atendendo o que está sendo comunicado.
Nós acreditamos em pessoas reais, não em atores. Confiamos no indivíduo quando suas ações são coerentes com as palavras que diz. Nenhuma circular consegue esconder uma realidade que não aparece como mensagem por direito próprio. Como disse Mahatma Gandhi uma vez: “Minha vida é a minha mensagem”.
Conor Neill

http://exame.abril.com.br/revista-voce-rh/edicoes/37/noticias/quer-se-comunicar-melhor-aprenda-a-ouvir


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segunda-feira, 4 de maio de 2015

A Sua Essência!

Posted by RHevista RH on 01/05/2015

“Há uma crise de liderança nos dias atuais. As pessoas que não investiram no seu autoconhecimento estão tendo problemas”Gilclér Regina
Parece até clichê ou ainda ficar repetindo as mesmas coisas, mas as empresas buscam um líder que se ajuste com mais rapidez as mudanças que são cada vez mais velozes.
Este líder sabe que para obter esse “status” e essa condição verdadeira, precisa ser humilde para reconhecer que não sabe tudo e vai buscar na sua essência, o conhecimento, a empatia e fundamentalmente assume responsabilidades, não é omisso.
O único lugar onde estão as pessoas que sabem tudo se chama cemitério. Ou seja, sucesso é de quem continua aprendendo. Os vencedores não precisam de cobrança, pois já fazem antes que os cobrem.
O verdadeiro líder peca por ação e não por omissão.
Quando o navio está afundando você não vai esperar que o comandante suba até a proa e grite: “Reunião no convés!”.
Um líder em sua essência sabe respeitar as diferenças individuais e trabalhar o potencial de cada um em prol da equipe.
Liderança deveria ser começada a trabalhar em nossa infância. Melhoraria muito as nossas aptidões. Vemos pessoas que foram trabalhar naquilo que os outros falaram que era rentável ou era moda e se decepcionaram com a vida.
Outros seguiram a “carreira do pai”, e tornaram-se imitadores infelizes. Alguns podem ter se dado bem porque realmente era sua vocação, porém muitos não necessariamente era o que queriam para sua vida.
O estudo da essência da liderança ensina a montar uma equipe de sucesso “entendendo” quem são as pessoas e sabendo “ler” a personalidade delas.
As empresas buscam o líder que é capaz de conduzir os outros. Não existe empresa preparada para a crise, o que existe são líderes aptos a enfrentar dificuldades.
Sobre o autor:
Gilclér Regina, palestrante de sucesso, escritor com vários livros, CDs e DVDs motivacionais que já venderam mais de cinco milhões de exemplares. Clientes como General Motors, Basf, Bayer, SEBRAE, Caixa, Banco do Brasil compram suas palestras. Mais de 2500 palestras realizadas no país e exterior.
http://www.rhevistarh.com.br/portal/?p=13327


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sexta-feira, 1 de maio de 2015



 A empresa S. Roque – Máquinas e Tecnologia a Laser, em Oliveira S. Mateus, em Famalicão, destinada ao desenvolvimento de máquinas para a indústria têxtil, especializada para estamparia, tem um método inovador de incentivo aos trabalhadores. 

 
 Esta empresa divide os lucros com os trabalhadores
 Esta é uma empresa que distribui parcialmente os lucros pelos trabalhadores no final de cada ano desde há seis anos, avança o Jornal de Notícias.
A atribuição do prémio é calculada segundo uma série de critérios, como a assiduidade, a responsabilidade da função e a disponibilidade. É com base nesta fórmula que o operário recebe o seu ‘extra’.
“Os trabalhadores merecem. Sem eles não faço nada e com eles posso fazer muita coisa”, explica o administrador Manuel Sá.
Atualmente a empresa conta com 275 trabalhadores e desde o início do ano já contrataram 20 pessoas.
“Espero que o crescimento previsto seja acompanhado de aumento do número de trabalhadores, mas vai depender dos nossos clientes”, refere.
Só no ano passado faturaram 25 milhões de euros e é estimado que este ano haja um crescimento de 20%.


http://www.noticiasaominuto.com/economia/382145/esta-empresa-divide-os-lucros-com-os-trabalhadores
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"É um puro escândalo. É uma forma de machismo que sempre quer dominar a mulher", disse Francisco.

 
0 Papa afirmou esta quarta-feira que a desigualdade de salário entre géneros "é um escândalo" e convidou os católicos a serem mais exigentes para evitar discriminações deste tipo.
"Em relação às mulheres, porque é que se dá por adquirido que devem ganhar menos que os homens? Não. Elas têm o mesmo direito. A disparidade é um puro escândalo. É uma forma de machismo que sempre quer dominar a mulher", afirmou na habitual audiência das quartas-feiras.
Francisco continuou a catequese sobre o tema do casamento e garantiu, perante dezenas de milhares de pessoas concentradas na Praça de São Pedro, que "a semente cristã da igualdade entre os cônjuges tem de dar hoje em dia novos frutos".
"Como cristãos temos que ser mais exigentes para alcançar esta meta. Por exemplo, apoiar firmemente o direito a trabalho igual, salário igual", disse.
Francisco pediu também que se reconheça "a riqueza sempre válida tanto da maternidade das mulheres como da paternidade dos homens".
O Papa insistiu numa "reflexão séria para compreender porque não se querem casar os jovens de hoje, apesar de quase todos desejarem segurança afectiva estável e um casamento sólido".
Sobre esta questão, Francisco explicou que as dificuldades do casamento "não são apenas de carácter económico, embora estas sejam, na verdade, muito sérias" e afirmou que existe demasiado "medo de se enganarem e de fracassar".
O Papa também considerou "um insulto" e "uma forma de machismo" pensar que a crise dos casamentos está relacionada com "a emancipação da mulher" nos últimos anos.
Francisco sublinhou que "o casamento consagrado por Deus protege essa união entre o homem e a mulher, que o mesmo Deus abençoou desde a criação do mundo, e que é fonte de paz para as pessoas e para a sociedade".
"A melhor maneira de mostrar ao mundo actual a beleza e a bondade do casamento é o testemunho de vida do casal e da família", afirmou.

Fonte: Rádio Nascença
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=185752
Publicada por Gestão dos Recursos Humanos 2015 à(s) 06:50 Sem comentários:
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domingo, 26 de abril de 2015

Um escritório em que vale até sentar no chão para trabalhar


São Paulo - A sede da Evernote, desenvolvedora do software que gerencia anotações multimídia, segue o mesmo princípio de seu aplicativo: boas ideias não têm hora nem lugar para acontecer e precisam ser registradas.
Assim como o programa, que permite compartilhar conteúdo e escrever comentários sob qualquer tipo de arquivo, os espaços do edifício, localizado desde junho de 2012 em Redwood City, na Califórnia (EUA), também foram construídos para promover a colaboração e o surgimento de ideias.
Quase todas as paredes do prédio de cinco andares funcionam como um quadro branco e os móveis desempenham mais de uma função. As esteiras instaladas próximas às bancadas de trabalho, por exemplo, estão ali não apenas para o funcionário exercitar o físico mas também a mente. É comum ver um empregado caminhar em um dos quatro aparelhos e trabalhar ao mesmo tempo.
Para facilitar a atividade dupla, eles acoplam o notebook em uma estação do próprio equipamento de ginástica, que conta com um monitor na altura dos olhos e pode ser utilizado a qualquer hora do dia. O conceito por trás da iniciativa é que um cérebro “em movimento” é mais produtivo e criativo que um “parado”.
Apesar de cada um ter a própria mesa, os cerca de 200 funcionários são incentivados a trabalhar onde e como se sentirem melhor. Vale até sentar no chão. Pensando nisso, os degraus das escadas receberam almofadas para tornar mais confortável a acomodação de quem opta por fazer reuniões ali mesmo ou simplesmente de quem leva o laptop para trabalhar no meio do  trânsito de pessoas.
O projeto arquitetônico foi criado com a ajuda dos próprios designers de arte da companhia em parceria com dois escritórios de São Francisco.
http://exame.abril.com.br/revista-voce-rh/edicoes/34/noticias/lugares-incriveis-evernote
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Um notícia publicada hoje (20/04/2015) no jornal público...



Entrevista

“Temos tendência para resolver os problemas no gabinete ou num relatório XPTO”

Por Ana Rute Silva
20/04/2015 - 09:28

António Costa, consultor do Instituto Kaizen, trabalha há mais de uma década com multinacionais de todo o mundo e diz que a preparação dos gestores é o primeiro factor que influencia a produtividade.

“Se olharmos para o nosso Governo, percebemos que a tomada de decisão está muito distante do local onde se acrescenta valor”, diz o consultor NFACTOS/FERNANDO VELUDO
 
O Fundo Monetário Internacional veio recentemente defender que os gestores portugueses têm de melhorar o seu desempenho. O consultor português António Costa, que através do Instituto Kaizen gere há mais de uma década projectos de produtividade em multinacionais de renome, concorda. Diz que trabalhadores motivados e empenhados não conseguem ser eficientes se os chefes não têm as competências necessárias para “extrair um bom resultado”. Por isso, não se deve medir a produtividade pelo número de horas de trabalho. António Costa garante que em Portugal há exemplos de excelência nesta matéria e lembra que qualquer tomada de decisão – seja numa empresa ou num governo – deve ser feita no terreno, perto do local que afecta.



Pode consultar a notícia completa em:
http://www.publico.pt/economia/noticia/temos-tendencia-para-resolver-os-problemas-no-gabinete-no-power-point-ou-num-relatorio-xpto-1692860
Publicada por Gestão dos Recursos Humanos 2015 à(s) 02:24 Sem comentários:
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domingo, 19 de abril de 2015


Departamentos de RH aderem a serviços de cloud computing




A investigação, sobre as principais tendências tecnológicas na gestão de capital humano, mostra que 
a conjuntura económica portuguesa afectou a contratação de pessoas e que existem lacunas na eficácia das soluções tecnológicas que suportam as áreas da gestão de talentos. Os departamentos de Recursos Humanos começam por isso a equacionar a substituição dos sistemas tradicionais por serviços de cloud computing.
Mais de 80% dos profissionais de RH e TI inquiridos referem a importância da implementação de novas funcionalidades de gestão de capital humano de suporte aos processos e actividades do departamento. Mesmo assim, 36,6% das empresas ainda não adoptaram uma estratégia de gestão de talentos, sendo que, apesar desta realidade, cerca de um terço tem planos para o fazer nos próximos 12 meses.
81% dos responsáveis das 600 maiores organizações nacionais destacam o recrutamento como a área de maior importância na gestão de talentos. Embora a maioria das organizações não tenha planos para novas contratações, os departamentos de RH já começaram a aderir a serviços de cloud computing para implementar funcionalidades centrais de recursos humanos (vencimentos, carreiras, etc).
A IDC Portugal, em parceria com a META 4, procurou avaliar a importância das tecnologias da 3ª Plataforma de Inovação TI – com foco na Cloud, Mobilidade, Big Data/Analytics e Social Business – na área dos Recursos Humanos e o grau de adopção de soluções de Human Capital Management.
Publicada por Gestão dos Recursos Humanos 2015 à(s) 11:52 1 comentário:
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sábado, 18 de abril de 2015

Inglaterra Médicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em público

Os técnicos de três hospitais públicos ingleses foram proibidos de beber café e chá em público, para evitar má imagem junto dos utentes. O aviso foi dado pela enfermeira-chefe que justificou com as queixas dos utentes, informa o Independent.
Mundo
Médicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em públicoMédicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em públicoMédicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em público
               
22:15 - 21 de Outubro de 2014 | Por Notícias Ao Minuto
Médicos e enfermeiros de três hospitais de Leicester, em Inglaterra, foram proibidos de beber café ou chá em público, para não passar uma imagem de que estão a tentar fugir ao trabalho, revela o Independent.
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O aviso surgiu pela enfermeira-chefe, num e-mail, de que a medida tinha sido adotada na sequência de queixas de alguns funcionários e utentes.
"Claramente esta atividade deu a impressão errada ao pessoal e ao público de que o pessoal médico não está a trabalhar tanto como devia", indica a enfermeira-chefe.
Com os “longos tempos de espera” os utentes ficam irritados quando veem o pessoal “a tomar uma bebida quente na receção”, justifica.
A proibição aconteceu no final de setembro e não inclui bebidas frias, pois segundo o porta-voz do hospital, é importante que se mantenham hidratados.

https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=2062439449098373893#editor/target=post;postID=3898444165636252735
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

O sono como recurso estratégico

O sono como recurso estratégico

Pesquisas mostram que a falta de sono tem várias consequências que podem afectar negativamente o desempenho profissional.
O que têm em comum Indra Nooyi, Sir Richard Branson e Martha Stewart? Não precisam de muitas horas de sono; tem sido revelado publicamente que cada um deles dorme normalmente apenas seis horas ou menos por noite. Ao debaterem a sua capacidade de se aguentarem com poucas horas de sono, estes executivos servem de exemplo para uma norma que indica que uma noite de sono é opcional, ou até um luxo, se quisermos estar na vanguarda dos negócios.
 Acreditamos que neste aspecto, estes executivos não estão a dar um bom exemplo, nomeadamente no que respeita a obter o melhor desempenho do talento de uma organização. De maneira geral, os gestores assumem que obter simplesmente o melhor talento nas suas organizações levará a níveis altos de produtividade. Mas esta hipótese ignora o facto de que as pessoas não funcionam a 100% na maioria dos dias. Quando as exigências profissionais são muitas, as pessoas ficam ansiosas, esgotadas e em geral cansadas – o que resulta num desempenho menos bom.
                                                                                                                                 
http://hrportugal.pt/2015/03/16/o-sono-como-recurso-estrategico/
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terça-feira, 31 de março de 2015


O quociente feminino da liderança


Nos dias de hoje, torna-se mais comum encontrar mulheres a desempenhar funções de topo, dentro das mais diversas organizações, nos mais variados contextos empresariais. A Boyden global executive search apresentou recentemente os resultados de um estudo sobre “Liderança e Poder no feminino”, que aponta para uma mudança do modelo de corporate governanceatual face ao crescente número de mulheres em posições de topo nas organizações.
A nova perspetiva de governance é a de que o gestor, homem ou mulher, deve procurar unir as competências masculinas (carisma, liderança, imparcialidade, capacidade de tomar decisões) às femininas (capacidade de estabelecer relações, empatia, abertura à opinião de terceiros, organização, conhecimento) no sentido de estabelecer um modelo misto de liderança que incorpore o quociente feminino.
Até agora, apenas 6% das mulheres ocupam cadeiras de poder em Portugal e na Europa apenas 14% ocupam lugares de chefia, mas este cenário tende a mudar, com a Comissão Europeia a produzir legislação para acelerar o acesso das mulheres, em paridade, aos cargos de topo na gestão empresarial.
Este modelo feminino de relação com o poder parece estar mais adaptado ao modelo de empresa mais flexível exigido pela atual evolução do panorama de negócios. De acordo com o estudo, um gestor do sexo feminino mais facilmente adota uma visão a longo prazo, ao conferir um peso acrescido a questões relacionadas como a sustentabilidade por oposição a vantagens imediatas.
Ao tema da diversidade e inclusão organizacionais vem juntar-se outro fortemente reconhecido, nomeadamente ao nível da União Europeia, como um dos maiores desafios das sociedades modernas, o da Work-Life Balance, sobretudo em tempos de instabilidade nos contextos laborais de trabalho e familiares.
A Siemens tem vindo a implementar um conjunto de ações com vista ao estabelecimento de políticas sociais e organizacionais “amigas da família” (Family-Friendly Policies), das quais se destacam a criação de infra-estruturas e serviços de apoio que contribuam para minimizar as desigualdades nas condições de acesso ao emprego e à ascensão na carreira profissional, até agora mais visíveis no universo de profissionais do sexo feminino.
A Siemens tem um programa de Diversidade com políticas e iniciativas que valorizam a inclusão e colaboração de diferentes formas de pensar, experiências, conhecimentos e qualidades individuais, a todos os níveis da organização e em todas as suas dimensões.
Um dos projetos desenvolvidos no âmbito desta estratégia é a rede GLOW (Global Leadership Organization of Women), que pretende ser uma plataforma para potenciar o crescimento das mulheres na Siemens, providenciando oportunidades de networking e dando visibilidade aos seus membros através de várias iniciativas, de forma a contribuir para o seu desenvolvimento e suporte pessoal e profissional. No âmbito da celebração do Dia da Mulher, a Siemens realizou no mês passado, uma conferência que teve por objetivo a partilha de experiências entre  top managersfemininas de grandes organizações nacionais, Galp energia, REN e Grupo Painhas, com contributos muito esclarecedores sobre a liderança no feminino.
É facto que a mudança de mentalidades é uma tarefa árdua e de grande responsabilidade, mas é um processo que temos que encetar hoje para alcançar uma mudança efetiva amanhã. As mudanças duradouras nas práticas organizacionais contribuem para o fortalecimento do papel económico e social das mulheres, mais dinâmico e com repercussões positivas em toda a economia.
Joana Garoupa
Diretora de Comunicação da Siemens Portugal
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sexta-feira, 27 de março de 2015


Estudo MISSÃO DA EMPRESA
 
 
No dia 18 de Março, no âmbito da disciplina de Gestão de recursos humanos, deslocámo-nos a uma empresa em Vila Real com 50 anos de existência, pioneira na sua área e com alguma potência de exportação…

Decidimos inquirir alguns funcionários da empresa (33 dos cerca de 60 funcionários) dos vários departamentos desde operacional até financeiro, passando pela administração e limpeza.

É de notar que durante o inquérito aos colaboradores fomos acompanhados por um responsável de cada secção para nos conduzir pelos vários departamentos e nos ser apresentado a cada um dos funcionários inquiridos…

Queríamos salientar ainda a enorme disponibilidade por parte da empresa e dos colaboradores em responder ao nosso inquérito pois não houve uma única recusa apenas de uma funcionária do departamento de recursos humanos que a nosso ver se sentiu algo intimidada com o facto de sermos de gestão e não se conseguiu explicar com clareza e devido ao seu nervosismo com a nossa presença optámos por desistir do inquérito.

À pergunta efetuada “Na tua opinião… Quais são as grandes preocupações da empresa?” a resposta comum foi “manter os postos de trabalho”. Das 33 pessoas inquiridas apenas cinco funcionários têm opiniões diferentes acerca desta questão “obter lucro” e “conseguir mais vendas dos produtos”, “ser sempre melhor”, “ser financeiramente estável”, “melhorar as condições ambientais no trabalho”.

No decorrer do estudo deparámo-nos com a enorme estabilidade dos trabalhadores sendo que apenas um colaborador que dizia “estou há pouco tempo na empresa” (com dois anos e meio de vínculo) e os restantes com períodos superiores a 15 anos. O colaborador mais antigo, dos inquiridos, com um vínculo de 43 anos dizia que já viu 5 administradores. Relativamente à administração apenas conseguimos falar com um elemento já que os restantes estavam em reunião.

Em suma podemos dizer que esta empresa tem como missão proteger e manter os postos de trabalho e que todos os funcionários trabalham em prol deste objetivo. Esta opinião é inclusive acompanhada pela direção pois o único elemento da mesma que participou neste estudo referiu a manutenção dos seus trabalhadores e das condições laborais como um dos objetivos e das preocupações da empresa. Pensamos que este facto se poderá dever à estabilidade dos seus funcionários…

 Queremos referir ainda que tivemos alguma dificuldade em realizar este estudo pois nem todas as empresas estão disponíveis a abrir as suas portas a alunos da UTAD, o facto que lamentamos profundamente. Continuamos ainda à espera de respostas de outras empresas que pedimos colaboração e se por ventura alguma for positiva iremos realizar outro estudo e contrastar com este.
 
 
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4 coisas que os novos líderes de equipa devem começar por fazer



Os novos líderes de equipa muitas vezes, na pressa de começarem a concretizar objetivos, negligenciam aspetos básicos da construção da equipa. Porém, as suas ações nas primeiras semanas e meses têm um impacto fundamental nos possíveis resultados da equipa. Eis como preparar as coisas para o sucesso:

Conheçam-se uns aos outros. Resista à urgência de saltar logo para o trabalho e, em vez disso, concentre-se na promoção da camaradagem com exercícios de construção de equipa.

Mostre os seus valores. Explique o que está por trás de cada uma das suas decisões, quais são as suas prioridades e como vai avaliar o desempenho da equipa.

Explique como quer que a equipa trabalhe. Nem toda a gente sabe quais são as melhores formas de pedir ajuda ou de realizar certas tarefas. Defina as expetativas e explique os processos.

Estabeleça ou clarifique objetivos. Deixe claro para que é que a equipa trabalha e como espera chegar lá. Estabelecer objetivos atempadamente define a estrutura de responsabilização dos membros da equipa.
 
2014-11-11, Fonte: Dinheiro Vivo
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Como tornar-se indispensável? Largando os hábitos de trabalho


Colaboradores ou robots? Pessoas. Porquê? Porque a criatividade é insubstituível, disse Kara Miller à Fast Company. Para a editora do programa de rádio norte-americano Innovation Hub, as funções que, no local de trabalho, podem ser substituídas por computadores são repetitivas e rotineiras.

O truque para se tornar indispensável passa por inovar no cargo que desempenha, ainda que tal não pareça ser o primeiro requisito. Como fazer diferente o que faz sempre? A resposta certa pode ajudar a que mantenha o seu emprego. Esqueça as checklists, por exemplo, e as rotinas.

O assunto tem estado na ordem do dia no Innovation Hub: cada vez mais os computadores são capazes de executar funções altamente qualificadas. Como evitar que isto aconteça? Fugindo aos comportamentos padrão e investindo mais tempo e energia na componente da criatividade.

Para estimular a inovação, os colaboradores podem cortar nas tarefas que requerem tempo, energia, mas que são, muitas vezes, desnecessárias. E dá um exemplo: repensar as reuniões. Foi por isso que Kara Miller baniu a reunião diária que mantinha de manhã com os outros membros da equipa. Agora, reúnem-se apenas quando é preciso.

Flexibilidade de horário: Somos todos igualmente produtivos entre as 9h às 17h? A hora a que cada pessoa se sente mais apto para trabalhar pode variar e Kara Miller considera que é importante ter isso em conta. Aos membros da sua equipa pediu para pensarem em que altura do dia se sentem mais criativos, porque o que importa é o resultado final e não a forma como se chega lá. Conversar com os superiores sobre este tipo de inovações no local de trabalho pode ajudar e vale a pena, diz Miller.

Horários rígidos podem destruir a criatividade, mas o ambiente no local de trabalho também. A editora adianta que os espaços amplos – open spaces – podem aproximar as pessoas, mas não são o ecossistema ideal para que nasçam as ideias mais brilhantes. O escritor e jornalista norte-americano Nikil Saval também alerta no livro Cubed: A Secret History of the Workplace que este tipo de espaços tende a não conduzir à produtividade.

Essencial é que cada colaborador descubra como trabalha melhor e tenha coragem de conversar com os superiores sobre as mudanças que são necessárias para estimular a criatividade, mesmo que isso implique optar por novos espaços ou horários de trabalho.
2014-11-24, Fonte: Observador

 
Publicada por Gestão dos Recursos Humanos 2015 à(s) 04:17 Sem comentários:
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Use a liderança a favor das finanças da sua empresa

 

Um bom líder deve igualmente ser capaz de envolver os colaboradores na estratégia da empresa. Se os colaboradores “vestirem a camisola” estarão mais disponíveis para contribuir para o sucesso, sobretudo se souberem que serão reconhecidos e recompensados de algum modo. Colaboradores mais motivados apresentam, por norma, níveis mais elevados de produtividade, contribuindo para a melhoria das finanças da organização.
 
Anote três ideias práticas para uma liderança de sucesso:
1.     Estabeleça objetivos. Explique com clareza à sua equipa o que se pretende e certifique-se de que todos compreenderam as metas estabelecidas.
2.     Desempenho. Assegure-se de que cada colaborador está na posse das ferramentas, recursos e formação necessária para conseguirem ter um bom desempenho.
3.     Avaliação. Acompanhe e avalie os progressos de cada funcionário, mantendo-se sempre aberto ao debate sobre a respetiva avaliação. Os modelos de análise devem ser transparentes e recompensar o mérito. Para isso deve ser utilizada uma escala, com metas quantificadas e indicadores fáceis de medir, como, por exemplo, o cumprimento de prazos, a assiduidade e o desempenho de tarefas essenciais.
Ser gestor e ser líder para melhorar as finanças empresariais
Peter Drucker, considerado o pai da administração empresarial moderna, foi um dos primeiros a reconhecer a existência de um “trabalhador do conhecimento” que revolucionaria a forma como o mundo dos negócios está organizado. Com a ascensão deste novo trabalhador, o objetivo deixou de ser gerir pessoas. Agora, “a tarefa é liderar pessoas”, escreveu este autor de origem austríaca na viragem do século.
Assim, mais do que um gestor, um líder destaca-se pela personalidade e atitude. No livro “On Become a Leader”, Warren Bennis estabelece algumas diferenças entre ser gestor e líder:
- O gestor administra, o líder inova;
- O gestor mantém, o líder desenvolve;
- O gestor concentra-se em sistemas e estruturas, o líder foca-se nas pessoas; Todas as organizações envolvem objetivos complexos, que ultrapassam os limites da ação individual, mas a singularidade de cada pessoa não pode ser esquecida, uma vez que a satisfação das necessidades e expetativas dos colaboradores é fulcral para o sucesso coletivo.
Um dos desafios do líder é precisamente conseguir compatibilizar os interesses individuais com os organizacionais, de modo a que as suas orientações sejam reconhecidas e seguidas com convicção e empenho. Como realça Edgar H. Schein, no livro “Culture and Leadership”, “as implicações da liderança são múltiplas” e “se os líderes não forem capazes de criar um grupo bem-sucedido, considera-se que falharam na sua missão”.
O que é a liderança?
Num contexto organizacional, a liderança passa pela capacidade de inspirar confiança e motivar os colaboradores, de modo a influenciar o seu comportamento, com efeitos positivos na produtividade e, consequentemente, nas finanças da empresa ou outra organização. “Quando a liderança é uma relação fundamentada na verdade e na confiança, as pessoas assumem riscos, fazem mudanças e mantêm a organização viva e ativa”, escrevem Jim Kouzes e Barry Posner, no livro “Leadership Challenge”.
Como ser líder?
Se, por um lado, não existem receitas milagrosas, por outro é essencial que um líder seja capaz de traçar estratégias, definindo os melhores caminhos para alcançar o êxito empresarial.
O líder deve partilhar as suas ideias com os elementos da equipa e ser considerado o principal responsável pelos objetivos comuns.
 
Existem pessoas que são líderes natos e outras que podem desenvolver essa aptidão. A motivação pessoal e as competências necessárias podem ser trabalhadas e melhoradas com a experiência. Acreditar que se é capaz é fundamental para uma liderança de excelência.
O professor Gary Yulk, autor do livro “Leadership in Organizations”, realça que ser enérgico, ter autoconfiança, maturidade e integridade emocional constituem traços de personalidade de quem tem capacidade para estar à frente dos destinos de uma empresa.
Confira 10 caraterísticas que um líder deve ter:
1.     Saber comunicar. É importante transmitir a informação corretamente, mas também é imprescindível saber ouvir.
2.     Capacidade de adaptação ao trabalho sob pressão e a diferentes grupos de colaboradores.
3.     Encontrar soluções satisfatórias para os problemas e ser capaz de delegar responsabilidades.
4.     Elevados níveis de motivação e iniciativa.
5.     Vontade de superar obstáculos e obter resultados.
6.     Inteligência emocional, ou seja, capacidade de gerir as suas emoções e transmitir um sentimento de estabilidade aos colaboradores.
7.     Capacidade intelectual e imaginação.
8.     Sendo responsável pelo crescimento profissional de cada membro da equipa, o líder deve saber realçar os pontos fortes de cada um e ajudar a melhorar os pontos fracos.
9.     Respeitar as ideias de todos os colaboradores.
10.   Capacidade de despertar a vontade de aprender.
 
 
O líder e a equipa
A motivação é um fator-chave na liderança. Uma organização cujo líder consegue motivar os colaboradores mais facilmente atingirá os seus objetivos. O “relacionamento entre os vários elementos de uma equipa é essencial e acrescenta valor para além dos talentos individuais e aptidões de cada funcionário”, indica o site Infoentrepreneurs. Neste sentido, um bom líder trabalhará no sentido de criar e manter um bom ambiente de trabalho, contribuindo “significativamente para o sucesso global dos negócios”.
O líder também deve estimular intelectualmente os seus colaboradores e ser capaz de exercer uma “influência idealizada”, contribuindo positivamente para a coesão da equipa e para uma melhor gestão de conflitos, indica o “Journal of Organizational Change Management”.

- O gestor depende do controlo, o líder inspira confiança;
- O gestor concentra-se no curto prazo, o líder tem uma perspetiva de longo prazo;
- O gestor pergunta “como e quando”, o líder pergunta “o quê e porquê”.
 
2015-01-05, Fonte: Ei Montepio

 
 
 
 
 



Publicada por Gestão dos Recursos Humanos 2015 à(s) 04:14 Sem comentários:
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Gestão dos Recursos Humanos 2015
Um grupo de alunos do 2º ano do Curso de Gestão, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, criou este blog, no âmbito da disciplina de Gestão de Recursos Humanos, de forma a partilhar informações e opiniões, sobre a área em estudo.
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