domingo, 26 de abril de 2015

Um escritório em que vale até sentar no chão para trabalhar


São Paulo - A sede da Evernote, desenvolvedora do software que gerencia anotações multimídia, segue o mesmo princípio de seu aplicativo: boas ideias não têm hora nem lugar para acontecer e precisam ser registradas.
Assim como o programa, que permite compartilhar conteúdo e escrever comentários sob qualquer tipo de arquivo, os espaços do edifício, localizado desde junho de 2012 em Redwood City, na Califórnia (EUA), também foram construídos para promover a colaboração e o surgimento de ideias.
Quase todas as paredes do prédio de cinco andares funcionam como um quadro branco e os móveis desempenham mais de uma função. As esteiras instaladas próximas às bancadas de trabalho, por exemplo, estão ali não apenas para o funcionário exercitar o físico mas também a mente. É comum ver um empregado caminhar em um dos quatro aparelhos e trabalhar ao mesmo tempo.
Para facilitar a atividade dupla, eles acoplam o notebook em uma estação do próprio equipamento de ginástica, que conta com um monitor na altura dos olhos e pode ser utilizado a qualquer hora do dia. O conceito por trás da iniciativa é que um cérebro “em movimento” é mais produtivo e criativo que um “parado”.
Apesar de cada um ter a própria mesa, os cerca de 200 funcionários são incentivados a trabalhar onde e como se sentirem melhor. Vale até sentar no chão. Pensando nisso, os degraus das escadas receberam almofadas para tornar mais confortável a acomodação de quem opta por fazer reuniões ali mesmo ou simplesmente de quem leva o laptop para trabalhar no meio do  trânsito de pessoas.
O projeto arquitetônico foi criado com a ajuda dos próprios designers de arte da companhia em parceria com dois escritórios de São Francisco.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Um notícia publicada hoje (20/04/2015) no jornal público...



Entrevista

“Temos tendência para resolver os problemas no gabinete ou num relatório XPTO”


António Costa, consultor do Instituto Kaizen, trabalha há mais de uma década com multinacionais de todo o mundo e diz que a preparação dos gestores é o primeiro factor que influencia a produtividade.

“Se olharmos para o nosso Governo, percebemos que a tomada de decisão está muito distante do local onde se acrescenta valor”, diz o consultor NFACTOS/FERNANDO VELUDO
 
O Fundo Monetário Internacional veio recentemente defender que os gestores portugueses têm de melhorar o seu desempenho. O consultor português António Costa, que através do Instituto Kaizen gere há mais de uma década projectos de produtividade em multinacionais de renome, concorda. Diz que trabalhadores motivados e empenhados não conseguem ser eficientes se os chefes não têm as competências necessárias para “extrair um bom resultado”. Por isso, não se deve medir a produtividade pelo número de horas de trabalho. António Costa garante que em Portugal há exemplos de excelência nesta matéria e lembra que qualquer tomada de decisão – seja numa empresa ou num governo – deve ser feita no terreno, perto do local que afecta.



Pode consultar a notícia completa em:
http://www.publico.pt/economia/noticia/temos-tendencia-para-resolver-os-problemas-no-gabinete-no-power-point-ou-num-relatorio-xpto-1692860

domingo, 19 de abril de 2015


Departamentos de RH aderem a serviços de cloud computing




A investigação, sobre as principais tendências tecnológicas na gestão de capital humano, mostra que 
a conjuntura económica portuguesa afectou a contratação de pessoas e que existem lacunas na eficácia das soluções tecnológicas que suportam as áreas da gestão de talentos. Os departamentos de Recursos Humanos começam por isso a equacionar a substituição dos sistemas tradicionais por serviços de cloud computing.
Mais de 80% dos profissionais de RH e TI inquiridos referem a importância da implementação de novas funcionalidades de gestão de capital humano de suporte aos processos e actividades do departamento. Mesmo assim, 36,6% das empresas ainda não adoptaram uma estratégia de gestão de talentos, sendo que, apesar desta realidade, cerca de um terço tem planos para o fazer nos próximos 12 meses.
81% dos responsáveis das 600 maiores organizações nacionais destacam o recrutamento como a área de maior importância na gestão de talentos. Embora a maioria das organizações não tenha planos para novas contratações, os departamentos de RH já começaram a aderir a serviços de cloud computing para implementar funcionalidades centrais de recursos humanos (vencimentos, carreiras, etc).
A IDC Portugal, em parceria com a META 4, procurou avaliar a importância das tecnologias da 3ª Plataforma de Inovação TI – com foco na Cloud, Mobilidade, Big Data/Analytics e Social Business – na área dos Recursos Humanos e o grau de adopção de soluções de Human Capital Management.

sábado, 18 de abril de 2015

Inglaterra Médicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em público

Os técnicos de três hospitais públicos ingleses foram proibidos de beber café e chá em público, para evitar má imagem junto dos utentes. O aviso foi dado pela enfermeira-chefe que justificou com as queixas dos utentes, informa o Independent.
Mundo
Médicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em públicoMédicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em públicoMédicos e enfermeiros proibidos de beber café e chá em público
               
Médicos e enfermeiros de três hospitais de Leicester, em Inglaterra, foram proibidos de beber café ou chá em público, para não passar uma imagem de que estão a tentar fugir ao trabalho, revela o Independent.
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O aviso surgiu pela enfermeira-chefe, num e-mail, de que a medida tinha sido adotada na sequência de queixas de alguns funcionários e utentes.
"Claramente esta atividade deu a impressão errada ao pessoal e ao público de que o pessoal médico não está a trabalhar tanto como devia", indica a enfermeira-chefe.
Com os “longos tempos de espera” os utentes ficam irritados quando veem o pessoal “a tomar uma bebida quente na receção”, justifica.
A proibição aconteceu no final de setembro e não inclui bebidas frias, pois segundo o porta-voz do hospital, é importante que se mantenham hidratados.

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segunda-feira, 13 de abril de 2015

O sono como recurso estratégico

O sono como recurso estratégico

Pesquisas mostram que a falta de sono tem várias consequências que podem afectar negativamente o desempenho profissional.
O que têm em comum Indra Nooyi, Sir Richard Branson e Martha Stewart? Não precisam de muitas horas de sono; tem sido revelado publicamente que cada um deles dorme normalmente apenas seis horas ou menos por noite. Ao debaterem a sua capacidade de se aguentarem com poucas horas de sono, estes executivos servem de exemplo para uma norma que indica que uma noite de sono é opcional, ou até um luxo, se quisermos estar na vanguarda dos negócios.
 Acreditamos que neste aspecto, estes executivos não estão a dar um bom exemplo, nomeadamente no que respeita a obter o melhor desempenho do talento de uma organização. De maneira geral, os gestores assumem que obter simplesmente o melhor talento nas suas organizações levará a níveis altos de produtividade. Mas esta hipótese ignora o facto de que as pessoas não funcionam a 100% na maioria dos dias. Quando as exigências profissionais são muitas, as pessoas ficam ansiosas, esgotadas e em geral cansadas – o que resulta num desempenho menos bom.