sábado, 28 de fevereiro de 2015

Mulheres continuam a encontrar mais obstáculos à progressão na carreira

As mulheres continuam a encontrar mais obstáculos à progressão na carreira e a igualdade de género em lugares de topo ainda não é uma realidade, alerta um estudo da consultora Mercer, divulgado hoje.
 
As mulheres "continuam a estar subrepresentadas em lugares" e, apesar dos "esforços para promover a igualdade de género", os resultados ainda não são "significativos", conclui o estudo global "When women thrive, businesses thrive" (Quando as mulheres prosperam, os negócios prosperam), no qual a Mercer contou com a colaboração da EDGE Certified Foundation, responsável pela única certificação empresarial global para a igualdade de género nas organizações.
O estudo analisou dados sobre o mundo laboral e inquiriu pessoas, incluindo 680 mil mulheres, em 28 países, com o objetivo de identificar como é que as organizações podem efetivamente promover a igualdade de género no trabalho.
A opinião da maioria dos inquiridos é a de que, "se as abordagens atuais se mantiverem, apenas um terço das posições executivas serão ocupadas por mulheres nos próximos dez anos".
De acordo com o estudo da Mercer, que avalia, a nível global, o impacto da política seguida pelas organizações para a representação das mulheres e respetiva progressão na carreira, "as empresas ainda se encontram longe de uma situação de igualdade".
Em economias fortes, como as de Estados Unidos e Canadá, "apenas um quarto das mulheres" deverão desempenhar funções executivas em 2024, uma situação idêntica à de hoje. Já nos países em desenvolvimento, a representação feminina deverá crescer "mais rapidamente", compara o estudo.
Embora atualmente as mulheres representem 41% da força laboral no mundo, a maioria "exerce funções de apoio e suporte a equipas", com "apenas 26%" a ocuparem "posições como gestoras seniores" e menos ainda, "19%, como executivas".
O estudo reconhece que as iniciativas para promover a igualdade de género adotadas nas últimas duas décadas "tiveram resultados positivos", nomeadamente promovendo uma maior visibilidade e uma maior participação das mulheres.
Porém, em "apenas pouco mais de metade" das organizações inquiridas, os líderes executivos seniores são envolvidos em programas de diversidade e inclusão.
Ora, destaca o estudo, está provado que este "envolvimento ativo de líderes seniores na promoção da igualdade de género conduz a uma maior e mais rápida representação das mulheres em funções executivas".
2014-12-03, Fonte: Diário de Notícias

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Aconselhamos a conhecerem o site da ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GESTÃO DE PESSOAS (conhecida como APG).


Identificam-se como sendo "uma associação profissional de direito privado, de carácter cultural e científico, sem fins lucrativos, reconhecida pelo governo português como Pessoa Coletiva de Utilidade Pública." (retirado do site da APG)
É uma associação que junta pessoas e organizações que de alguma forma estão relacionadas com a gestão de pessoas.

http://www.apg.pt/


Neste site poderão encontrar várias notícias interessantes para a área de recursos humanos bem como anúncios de atividades na área em questão.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Reuniões 'regadas' a riso geram mais (e melhores) ideias

2015-02-19, Fonte: Notícias ao Minuto

O humor melhora qualquer ambiente e torna as pessoas mais abertas e descontraídas. Também mais seguras das suas opiniões, em consequência. Quando aplicado ao ambiente de trabalho, é mais do que uma necessidade: pode tornar-se numa alavanca para o sucesso.
Um grupo de investigação esteve presente em 54 reuniões regulares de equipa com o intuito de desenvolver o primeiro estudo do género: observar reuniões profissionais e avaliá-las de acordo com o humor e o riso, refere o site Big Think.
 
O trabalho foi publicado no ‘Journal of Applied Psychology’ e examinou os padrões de comportamento de cada participante das reuniões. Desta análise resultaram duas observações importantes, cuja frequência as coloca num campo superior ao mero acaso.
Quando alguém diz uma piada, a frequência com que se vão dizer mais piadas e com que as pessoas se vão rir aumenta. Mais ainda: “os padrões de humor despoletam uma comunicação socio emocional positiva, uma estrutura de procedimentos e novas soluções”, revela o mesmo estudo.
Estas reuniões ‘engraçadas’ não são definidas por humor casual ou riso individual mas sim por padrões de humor. Isto é, as equipas funcionam melhor quando todos riem e encorajam o humor dos outros.
Porquê? Porque nos momentos após as cadeias de riso acalmarem, as equipas têm maior probabilidade de se envolverem num comportamento produtivo e aceitador, como propor novas ideias, fazer perguntas, elogios e encorajar a intervenção de terceiros.
O cartoonista Robert Mankoff, da revista The New Yorker, chegou a dizer à mesma publicação que uma pessoa que tem a capacidade de fazer as pessoas rir, tem uma forma diferente de ver o mundo e pode inspirar outros a fazer o mesmo, em contraste com pontos de vista inférteis e estagnados.
No entanto (e isto é para os empregadores), existe outra conclusão: quando os membros de uma equipa não se sentem seguros no seu trabalho, o humor e o riso são estéreis. Isto é, a segurança é muito importante para a sensação de liberdade e sem esse componente toda a energia é gasta em preocupações com o futuro.




Análise: Este artigo retirado do site LaboralOnline (Portal Direito e Recursos humanos) refere que o humor melhora qualquer ambiente de trabalho o que poderá traduzir-se num aumento de motivação por parte dos membros de uma empresa e o consequente aumento de produtividade.
De facto inúmeros gestores incluindo gestores de topo nomeadamente Branson utilizam o humor e a boa disposição como forma de motivar os seus colaboradores.